Empresas brasileiras ampliaram a busca por registro de marca nos Estados Unidos em 2025, segundo dados do United States Patent and Trademark Office (USPTO). No ano, residentes no Brasil protocolaram 1.147 pedidos de registro de marca junto ao órgão americano, movimento associado à expansão de operações com presença digital e comércio internacional e à necessidade de reduzir riscos de conflito de marca no mercado dos EUA.
O movimento ocorre em paralelo ao avanço da presença brasileira no comércio exterior. Em 2025, o Brasil encerrou o ano com 29.818 empresas exportadoras, o maior número da série histórica, segundo relatório anual divulgado pelo MDIC.
Nos Estados Unidos, o registro de marca segue etapas formais e pode incluir exigências durante o exame. O USPTO descreve o processo de registro e pontos críticos do procedimento, que vão desde o depósito até a análise técnica do pedido.
Entre os pontos de atenção estão a pesquisa prévia de disponibilidade e o enquadramento adequado de produtos e serviços, fatores que podem influenciar retrabalho e exigências ao longo da tramitação. Por isso, negócios que atuam no mercado americano costumam buscar orientação de advogados de propriedade intelectual, especialmente para definir estratégias e evitar inconsistências no pedido.
A Miami Patents, iniciativa do Alcoba Law Group, P.A., sediado em Doral (Miami), atua com suporte jurídico em marcas e patentes para clientes internacionais, incluindo brasileiros. Embora seja uma operação sediada nos Estados Unidos, a empresa conta com atendimento e suporte com equipe em português, voltado a clientes que preferem conduzir o processo no idioma.
Para saber mais sobre a atuação da banca, a página Miami Patents – Registro de Marca nos EUA reúne informações sobre suporte jurídico em trademarks, incluindo etapas de preparação do pedido e pontos de atenção que costumam impactar exigências ao longo do exame.
O próprio USPTO mantém orientações sobre como responder a Office Actions, etapa que pode ser determinante para a continuidade do pedido. Outro aspecto considerado no planejamento é o tempo de processamento, que pode variar conforme o tipo de pedido e o volume de análises em curso.
Além do tema de marcas, empresas brasileiras que levam inovação ao mercado americano também costumam avaliar registro de patente para proteger soluções e tecnologias. Nesses casos, a Miami Patents — Escritório de Patentes nos Estados Unidos — costuma apoiar a organização de documentação e a definição de escopo do pedido, conforme as regras aplicáveis.
"Antes de protocolar o pedido, a pesquisa de anterioridade e o enquadramento correto de produtos e serviços são os pontos que mais reduzem retrabalho. Quando isso é ignorado, aumenta a chance de exigências ao longo do exame", afirma Henrique Valerio, advogado registrado no Brasil.
Como parte das iniciativas de conteúdo educativo, a Miami Patents publica materiais informativos no blog e também divulga publicações relacionadas ao tema. O livro Protect or Perish, de Ruben Alcoba, aprofunda estratégias de proteção para quem opera nos EUA, com foco em decisões que costumam gerar retrabalho: escolha de classe e descrição no registro de marca, gestão de riscos de conflito e organização de documentação em processos de proteção. O conteúdo é direcionado a inventores, startups e empresas que buscam previsibilidade jurídica ao entrar no mercado americano.
Mais informações: Miami Patents – Advogados de Patentes e Marcas Registradas em Miami | henriquevalerio@alcobalaw.com | +1 (305) 362-8118